Composição da carga
Carga líquida, acessórios e acréscimo dos fatores.
Planejamento, verificação e documentação auditável de operações de içamento.
Leia o aviso técnico antes de iniciar uma análise.
Visão consolidada da capacidade, rigging, apoio, ambiente, riscos e pendências.
Análise integrada com dados demonstrativos. Substitua todos os parâmetros por informações oficiais antes de utilizar o resultado.
Itens prioritários identificados pelo motor de verificação.
Parâmetros determinantes da configuração atual.
Leitura gráfica da composição da carga, utilização, riscos e verificações.
Carga líquida, acessórios e acréscimo dos fatores.
Carga de projeto comparada à capacidade disponível.
Quantidade por faixa de severidade bruta.
Aprovadas, alertas, reprovadas e não verificadas.
Conduz a pré-concepção da solução sem ocultar hipóteses, fontes ou pendências técnicas.
O assistente organiza carga, geometria, equipamentos candidatos, rigging, apoio e condições ambientais. Um modelo somente é apresentado como verificado quando existe curva de carga vinculada à configuração; especificações gerais servem exclusivamente à pré-seleção.
Consolidar peso, acessórios, dimensões, centro de gravidade, raio e altura requerida.
Pesquisar no catálogo equipamentos compatíveis com capacidade nominal, lança e envelope geral.
Exigir tabela de carga, configuração efetiva, acessórios, patolas, solo, vento e interferências.
Registrar hipóteses, fontes, pendências, memória de cálculo e plano de rigging.
Os campos podem ser sincronizados com a operação ou aplicados ao projeto atual.
Resumo atualizado com os parâmetros do assistente.
Resultados ordenados por qualidade da informação, compatibilidade geométrica, utilização e margem.
Identificação, local, responsáveis, classificação e histórico de revisões.
Os dados serão incorporados ao plano de rigging e ao relatório.
Identifique as funções críticas de planejamento e execução.
Registro rastreável das alterações relevantes.
| Revisão | Data | Responsável | Alteração |
|---|
Modele a carga no espaço, calcule o centro de gravidade por componentes e confronte sua projeção com o arranjo de suspensão.
Defina dimensões, origem do sistema de coordenadas e incertezas adotadas.
As coordenadas devem utilizar a mesma origem dos componentes e pontos de pega.
Informe o peso e o centro de gravidade de cada componente. Dimensões são utilizadas no croqui e na conferência visual.
| Descrição | Peso (kg) | Xcg | Ycg | Zcg | L | B | H | Fonte | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total | 0 kg | ||||||||
O polígono formado pelos pontos ativos é confrontado com a projeção do centro de gravidade.
| Ativo | Identificação | X (m) | Y (m) | Z (m) | WLL (t) | Fonte |
|---|
Envelope, componentes, CG e pontos de pega.
Coordenadas verticais e linhas simplificadas de suspensão.
Todos os elementos suspensos abaixo do ponto de apoio do equipamento devem ser considerados.
Selecione um equipamento do catálogo ou informe uma configuração personalizada.
Os parâmetros de configuração devem corresponder exatamente à tabela de carga adotada.
No raio e configuração atuais.
Estimativa do reeving cadastrado.
Carga de projeto ÷ capacidade.
Cadastre os pontos da tabela oficial aplicáveis à configuração selecionada e visualize a curva capacidade × raio.
Não extrapole a curva além dos limites cadastrados.
| Raio (m) | Capacidade (t) |
|---|
O ponto da operação é destacado sobre a curva cadastrada.
Faixas de atenção do projeto. Não alteram a capacidade oficial do equipamento.
Modele as posições da carga, identifique o ponto governante e confronte a trajetória com o envelope do equipamento e os obstáculos.
O croqui é paramétrico e esquemático. Utilize levantamento planialtimétrico e documentação do fabricante na análise real.
As coordenadas X e Y são medidas a partir do centro de giro. A altura é a cota da base da carga.
| # | Fase / observação | X (m) | Y (m) | Base Z (m) | Orientação | Raio / azimute | Altura / lança mín. | Capacidade / utilização | Resultado |
|---|
O sistema estima a menor aproximação da trajetória ao envelope retangular de cada obstáculo.
| Descrição | Tipo | X | Y | L | B | H | Folga H | Folga V | Fonte | Resultado |
|---|
Centro de giro, patolas, trajetória, carga e obstáculos.
Lança, altura disponível e posição crítica.
Estaqueamento acumulado, altura da carga e obstáculos.
Verifique peso, WLL, fatores declarados, certificados, inspeção e esforço em cada ramal.
O cálculo simplificado pressupõe distribuição simétrica e centro de gravidade compatível com os pontos de pega.
WLL e fatores devem ser obtidos do fabricante, certificado ou referência técnica identificada.
| Tipo | Descrição | Configuração | Qtd. | Peso un. (kg) | WLL un. (t) | Fator explícito | Identificação / certificado | Inspeção | Validade | Resultado |
|---|
Calcule um envelope preliminar de reações durante o giro, verifique cada apoio e documente as condições do terreno.
Defina como as reações serão obtidas e quais posições do giro formarão o envelope.
Vista em planta da posição governante do envelope.
Maior reação e utilização da estabilidade em cada posição.
Coordenadas no plano: +X para a frente da máquina e +Y para o lado esquerdo.
| Ativa | Patola | X (m) | Y (m) | Reação oficial (kN) | Placa L (m) | Placa C (m) | Esp. (m) | Fator área | q adm. (kPa) | Reação envelope | Pressão / utilização | Flexão preliminar | Resultado |
|---|
Modelo simplificado de faixa em balanço, destinado apenas à triagem dimensional.
A verificação não representa punção, esmagamento local, anisotropia, laminação, ligações entre peças, deformação excessiva, perda de contato ou distribuição tridimensional. O dimensionamento final deve seguir o projeto e os dados do fabricante da placa.
Fatores de campo que podem invalidar a hipótese de apoio firme e uniforme.
Mostra como pequenas variações de campo afetam capacidade, rigging, estabilidade, vento e apoio.
Defina a amplitude da análise sem alterar os valores-base do projeto.
O índice combina margens de capacidade, vento, apoio, estabilidade e geometria. Verifique também cada cenário individual.
Utilização da carga de projeto ao longo da faixa analisada.
Menor barra significa maior vulnerabilidade à variação.
Valores aproximados em que o critério selecionado deixa de ser atendido.
Edite trajetória e obstáculos diretamente na planta, use imagem ou DXF como base e gere uma prancha rastreável.
Arrastar uma posição da carga altera seu raio; mover um obstáculo altera as folgas. A verificação contínua amostra os trechos intermediários para reduzir o risco de uma interferência permanecer oculta entre dois pontos cadastrados.
Resultados entre os pontos originalmente cadastrados, com amostragem configurável.
| Trecho | Amostras | Raio máximo | Pior utilização | Menor folga | Carga | Lança | Resultado |
|---|
Anime a carga ao longo da trajetória e examine capacidade, altura e interferências em uma representação tridimensional simplificada.
Verificação entre posições.
Pior condição identificada.
Curva utilizada na animação.
Registre vento, condições meteorológicas, redes elétricas, obstáculos e controles.
O limite deve ser confirmado no manual do equipamento e no procedimento da operação.
Não são presumidas distâncias mínimas. Cadastre a referência aplicável.
Cadastre todas as condições que possam afetar o giro, a elevação, o deslocamento ou a área de exclusão.
| Tipo | Descrição | Distância (m) | Situação | Controle |
|---|
Avalie probabilidade e consequência em escala de 1 a 5 e registre os controles previstos.
1–4 baixo · 5–9 moderado · 10–16 alto · 17–25 crítico.
| Risco | Prob. | Conseq. | Nível | Controles | Responsável |
|---|
Confirme os controles antes da liberação da operação. Itens não marcados permanecem pendentes.
0 de 0 itens concluídos.
Resultados explicáveis: aprovado, alerta, reprovado ou não verificado.
—
Rastreabilidade ampliada com fórmulas, substituições, fontes, situação e identificação da análise.
Organize sequência operacional, comunicação, isolamento, contingência e liberação.
Uma etapa por linha. Edite para refletir o procedimento real.
Deixe em branco para utilizar a conclusão automática no relatório.
Pré-visualização imprimível do plano de içamento e das verificações.
Base consolidada de modelos oficiais para pesquisa e pré-seleção, separada das tabelas de carga operacionais.
Até quatro alternativas. A comparação não valida fonte, configuração ou disponibilidade física do equipamento.
Estruture cada equipamento pela configuração efetiva: lança, modo telescópico, patolas, setor, contrapeso, acessório e curva oficial.
O banco inclui um registro estrutural para cada modelo do catálogo e curvas oficiais transcritas para configurações selecionadas.
—
Critério padrão da busca automática.
Clique em uma linha para examinar a fonte e os pontos da curva.
Pesquise simultaneamente os modelos, configurações publicadas e curvas disponíveis para encontrar soluções compatíveis com peso, raio, altura, utilização e restrições locais.
Os campos podem ser sincronizados com o projeto ou analisados como cenário independente.
Capacidade no raio × utilização das primeiras alternativas.
As alternativas são ordenadas por conformidade, qualidade da fonte, utilização, geometria e economia de porte.
Curvas oficiais completas recebem prioridade sobre pacotes do usuário e pré-seleções gerais.
A carga de projeto é comparada com a capacidade do próximo raio maior publicado.
O comprimento de lança publicado deve atender ao raio e à altura requerida, com as margens informadas.
Variantes oficiais rastreáveis e famílias condicionadas à configuração, sem presumir WLL quando faltam comprimento, vão, ângulo ou montagem.
Conceitos essenciais para interpretar os cálculos e os alertas do sistema.
A capacidade varia com o raio, a lança, o contrapeso, os estabilizadores, o setor e outros parâmetros. O valor nominal do equipamento não é a capacidade disponível em qualquer configuração.
WLL é a carga limite de trabalho declarada. MBL é a carga mínima de ruptura. A verificação operacional deve utilizar a capacidade admissível aplicável e os fatores expressamente identificados.
Quanto mais próximo da horizontal, maior a tração em cada ramal. O sistema informa a referência angular para evitar confusão entre ângulo em relação à vertical e à horizontal.
A linha vertical do gancho deve ser compatível com o centro de gravidade. Deslocamentos ou incertezas podem produzir distribuição assimétrica de esforços e rotação inesperada.
O número de linhas e a tração admissível do cabo limitam o sistema de elevação. A eficiência cadastrada deve ser justificada pelo fabricante ou procedimento aplicável.
A reação varia com posição da carga, geometria do apoio, peso e centro de gravidade da máquina. Dados oficiais do fabricante prevalecem. O equilíbrio interno da v1.4 é uma estimativa estática, e a pressão deve ser verificada individualmente em cada placa.
O limite operacional depende do equipamento, da configuração e da carga. A força do vento cresce aproximadamente com o quadrado da velocidade e pode controlar cargas de grande área exposta.
Içamentos com dois equipamentos são sensíveis à posição do centro de gravidade, à sincronização e à redistribuição dinâmica. Exigem estudo específico e classificação de maior criticidade.
Todo parâmetro crítico deve indicar origem, unidade e critério. Quando a fonte não é informada, o sistema pode manter a verificação como não concluída.
Cadastre no projeto as edições e os itens efetivamente aplicáveis.
Projetos são armazenados no navegador por IndexedDB, com fallback para armazenamento local.
Curso integrado, pesquisável e orientado por tarefas para preparar, verificar, revisar e documentar uma operação de içamento.
O manual deixou de ser uma sequência curta de avisos. Agora combina roteiro de trabalho, exemplos numéricos, fórmulas, critérios de decisão, glossário, perguntas frequentes e acesso direto a cada módulo do sistema.
Nenhum módulo marcado como concluído.
O IçamentoPro é uma ferramenta de apoio à engenharia. Ele organiza dados, consulta curvas cadastradas, calcula esforços e margens, identifica pendências e gera documentação. A decisão final permanece vinculada ao equipamento real, ao manual vigente, à inspeção de campo e à responsabilidade técnica.
Peso total suspenso, capacidade no raio, trajetória, rigging, apoio, vento, riscos, checklist e rastreabilidade.
Número de série, configuração do equipamento, revisão da tabela, CG real, terreno, certificados, limites ambientais e condições de campo.
Capacidade nominal como capacidade no raio, interpolação não autorizada, solo “típico”, WLL sem configuração e operação sem fonte.
| Resultado | Significado | Ação esperada |
|---|---|---|
| Aprovado | O critério cadastrado foi atendido pelos dados informados. | Confirmar em campo e manter os controles. |
| Alerta | Há pequena margem, condição especial ou dado que exige tratamento. | Revisar a solução e registrar a providência. |
| Reprovado | O critério foi ultrapassado ou há condição incompatível. | Alterar equipamento, configuração, geometria ou procedimento. |
| Não verificado | Falta fonte, dado, curva, certificado ou informação indispensável. | Obter a informação antes da liberação. |
Uma análise confiável não começa pela escolha do guindaste. Ela começa pela definição da carga e termina com uma revisão integrada de capacidade, geometria, acessórios, apoio, ambiente e controles operacionais.
Escolher primeiro um “guindaste de 70 t” e somente depois verificar o raio. A capacidade de 70 t costuma corresponder a uma condição específica de pequeno raio e lança curta; ela não representa a capacidade em toda a operação.
A carga de projeto inclui a carga líquida, todos os dispositivos abaixo do ponto de suspensão e os fatores explicitamente adotados. O centro de gravidade deve estar na mesma origem geométrica usada nos pontos de pega.
PT = Pcarga + Pmoitão + Pgancho + Pcintas + Pmanilhas + Pbalancim + PoutrosO peso bruto suspenso alimenta a consulta à tabela. O sistema também calcula uma carga de projeto após os fatores declarados no módulo de rigging.
Defina onde ficam X=0, Y=0 e Z=0 e use essa mesma origem em todos os componentes e pontos.
O CG calculado resulta da soma dos momentos de cada componente dividida pelo peso total.
A projeção do CG deve permanecer no polígono dos pontos ativos, salvo análise específica mais avançada.
xCG = Σ(Pi × xi) ÷ ΣPiA mesma relação é aplicada às coordenadas Y e Z. Fontes de peso e posição devem ser registradas por componente.
Uma máquina de 18,5 t recebe balancim de 1,2 t, cintas/manilhas de 0,65 t e moitão de 0,9 t. O peso bruto suspenso é 21,25 t. Com fator dinâmico 1,05, a carga de projeto passa a 22,31 t.
O catálogo identifica modelos. O banco configuracional identifica condições efetivas de trabalho. Um mesmo modelo pode possuir dezenas ou centenas de curvas em função de lança, modo telescópico, patolas, setor, contrapeso, jib e acessórios.
| Nível | Exemplo | Pode calcular capacidade? |
|---|---|---|
| Modelo geral | Tadano GR-700EX-4; capacidade nominal 70 t; lança máxima 47 m. | Não. Serve somente à pré-seleção. |
| Configuração | Lança 29,5 m, modo 1, patolas 7,3 m, giro 360°. | Somente se houver curva vinculada. |
| Curva oficial | Pares raio × capacidade da página e revisão indicadas. | Sim, respeitadas as regras e demais limites. |
Registro protegido, com documento, revisão, página, configuração e pontos cadastrados.
Importada ou transcrita localmente; exige conferência e responsabilidade pela correspondência com o equipamento.
Há especificação geral do modelo, mas nenhuma curva disponível no banco para aquela configuração.
O banco JSON exporta e importa múltiplas configurações. Pacotes externos entram como dados do usuário e não recebem automaticamente o selo de fonte oficial. Confira documento, revisão, unidades, setores e pontos antes de utilizá-los.
O motor pesquisa configurações, e não apenas capacidades nominais. Ele combina carga, raio, altura, comprimento de lança, setor, abertura de patolas, qualidade da fonte e limite de utilização.
Utilização = Carga de projeto ÷ Capacidade tabelada × 100%A capacidade tabelada é a da configuração e do raio conservador adotado, não a capacidade nominal do modelo.
| Campo | Leitura |
|---|---|
| Elegível | Atende aos filtros e possui curva admissível para a consulta. |
| Pré-seleção | O modelo parece compatível, mas falta curva da configuração efetiva. |
| Rejeitada | Há motivo explícito: capacidade, lança, raio, patolas, setor ou restrição do usuário. |
| Pontuação | Ordena alternativas; não transforma uma condição reprovada em aprovada. |
Uma configuração pode atender a 10 m com 80% e falhar a 12 m. Por isso, o raio governante deve considerar toda a trajetória e as tolerâncias de posicionamento.
A tabela deve corresponder ao equipamento e à configuração efetiva. Registre fabricante, modelo, documento, revisão, página, lança, modo, patolas, contrapeso, setor, jib e reeving.
Usar o próximo raio maior publicado. A v2.0 não interpola curvas oficiais no seletor.
Adotar uma configuração de comprimento e modo exatamente identificados na tabela.
Deduzir moitão, gancho, cintas, manilhas, balancim e demais acessórios da capacidade indicada.
Capacidade pelo cabo ≈ tração admissível por linha × número de linhas × eficiênciaÉ uma verificação complementar. O número de linhas, o bloco e o limitador de momento devem corresponder à configuração real.
O módulo “Tabela de carga” aceita pares raio;capacidade em CSV. Após a importação, informe fonte, revisão e configuração e confirme a vinculação. Uma curva importada sem esses dados permanece pendente.
A WLL deve ser compatível com o tipo de acessório, a configuração de uso, o ângulo, a quantidade efetivamente resistente e as reduções indicadas pelo fabricante.
T = W ÷ (n × cos θ)Quando θ é medido em relação à vertical. Se o ângulo for informado em relação à horizontal, o sistema utiliza o seno. A expressão simplificada pressupõe distribuição simétrica.
| Item | Verificar | Erro frequente |
|---|---|---|
| Cinta | Vertical, basket ou choker; ângulo; comprimento; proteção de borda. | Usar a WLL vertical em outra configuração. |
| Manilha | Modelo, pino, carga axial/lateral, encaixe e identificação. | Forçar o pino ou aplicar carga lateral sem redução. |
| Balancim | Vão, pontos, compressão/flexão, conexões, peso e desenho. | Usar capacidade da família sem a configuração exata. |
| Cabo/corrente | Diâmetro, construção/classe, terminações, desgaste e certificado. | Ignorar eficiência da terminação ou condição física. |
O ponto mais desfavorável pode ocorrer durante o giro, e não na posição inicial ou final. Cadastre fases suficientes para representar a movimentação real.
Coordenadas do centro da carga em relação ao centro de giro.
Altura da base da carga, acrescida de sua geometria e do rigging.
Rotação da carga e aproximação de suas extremidades aos obstáculos.
Raio = √(x² + y²)O comprimento geométrico mínimo também depende da altura da ponta, da altura do pivô, do rigging e da margem para deflexão.
Pega → pré-elevação → elevação acima do obstáculo → giro → aproximação → descida → posicionamento final.
Cadastre posição, dimensões e folgas requeridas. O desenho é esquemático e depende da exatidão da planta, da orientação da carga e da representação das estruturas.
A pressão média depende da reação de cada apoio e da área efetiva de distribuição. Reações oficiais do fabricante ou de ferramenta vinculada ao equipamento devem prevalecer sobre estimativas genéricas.
q = R ÷ Aef | Amín = R ÷ qadmissívelA área geométrica pode não ser integralmente efetiva quando a placa é flexível, o terreno é irregular ou há distribuição não uniforme.
| Modo | Uso | Limitação |
|---|---|---|
| Equilíbrio preliminar | Planejamento inicial e sensibilidade ao giro. | Não representa a lógica completa da máquina. |
| Reações oficiais | Valores fornecidos pelo fabricante ou ferramenta específica. | Devem corresponder à configuração e ao azimute. |
| Envelope conservador | Adota o maior valor entre estimativa e reação informada. | Não substitui análise estrutural/geotécnica. |
Uma solução que atende apenas no valor nominal pode ser frágil. O módulo varia raio, peso, vento, CG, solo e ângulo para mostrar quão rapidamente as margens desaparecem.
Pequeno erro de posicionamento pode reduzir fortemente a capacidade.
Incerteza da carga e acessórios afeta capacidade, rigging e patolas.
Deslocamento muda esforços nos ramais e resultante no apoio.
Rajadas afetam controle, esforços horizontais e limites do fabricante.
Capacidade incerta pode governar a placa ou impedir a operação.
Ramais mais horizontais elevam rapidamente a tração.
Se o sistema indicar que um aumento de 0,5 m no raio leva a utilização de 84% para 93%, replaneje a posição, aumente o porte do equipamento ou estabeleça controle rigoroso de locação.
O cálculo técnico é apenas parte da liberação. A operação também exige controles, comunicação, isolamento, inspeções, responsabilidades e registro das decisões.
Avalie probabilidade e consequência antes e depois dos controles. Riscos altos e críticos devem receber responsável, prazo, medida e evidência de implementação.
Cada registro mostra fórmula, substituição, resultado, status e fonte. Use o filtro “fonte pendente” antes da emissão.
O relatório consolida dados, gráficos, desenhos, verificações, riscos, checklist, rastreabilidade e conclusão. Gere PDF pelo recurso de impressão do navegador e mantenha as evidências originais anexadas ao processo.
Use a pesquisa do manual para localizar termos em qualquer módulo. Os itens abaixo reúnem os conceitos mais recorrentes.
Valor máximo associado a uma condição específica do equipamento. Não é sinônimo de capacidade em qualquer raio.
Capacidade indicada para uma configuração e um raio específicos, antes da dedução dos dispositivos de manuseio quando assim determinado pela fonte.
Distância horizontal entre o eixo de giro e a linha vertical da carga, considerando a condição carregada.
Posição da trajetória que produz a menor capacidade, maior utilização ou outra condição crítica.
Working Load Limit: limite de carga de trabalho do acessório na configuração especificada.
Minimum Breaking Load: carga mínima de ruptura; não deve ser confundida com WLL.
Arranjo e número de linhas de cabo entre o moitão e a cabeça da lança.
Bloco de polias e gancho suspenso pelos cabos; seu peso integra a carga suspensa.
Centro de gravidade: ponto de aplicação da resultante do peso da carga.
Apoio extensível que transmite as reações do equipamento ao terreno ou estrutura.
Designação comercial de tabelas/setores ampliados em determinados equipamentos. Use apenas a curva correspondente ao sistema e setor efetivos.
Sequência/percentual de extensão das seções da lança, capaz de alterar a capacidade mesmo para o mesmo comprimento total.
Setor de operação em relação ao chassi. Pode possuir capacidade distinta de sobre frente, traseira ou 360°.
Multiplicador explicitamente adotado para efeitos de movimentação; não substitui critérios específicos do fabricante ou procedimento.
Elevação inicial controlada para conferir equilíbrio, assentamento do rigging e resposta da operação.
Operação com critérios de maior consequência, complexidade ou utilização, conforme procedimento aplicável.
Porque o catálogo pode conter apenas especificações gerais. O ranking verificado exige uma curva correspondente à configuração e ao raio.
O seletor oficial da v2.0 adota o próximo raio maior. O módulo de tabela ativa mantém opção separada, mas somente deve ser usada quando a fonte e o responsável técnico admitirem.
Modos telescópicos, limitações estruturais, setores e geometria podem produzir relações não intuitivas. Sempre consulte a célula publicada.
Não. O ranking organiza alternativas pelos critérios informados. Logística, disponibilidade, montagem, custo, condição do terreno e análise de campo também importam.
Use o banco JSON ou a importação de curva no catálogo, registrando documento, revisão, configuração e unidades. Dados externos entram como registros do usuário até conferência.
Não. O modo preliminar serve ao planejamento. Reações oficiais e avaliação geotécnica/estrutural prevalecem.
Basta uma verificação essencial sem fonte ou dado para impedir aprovação consolidada. Consulte o módulo de verificações e a memória.
Sim. O sistema e o banco incorporado funcionam localmente. Links de fontes oficiais somente abrem quando houver conexão.
O editor v2.0 não é uma ilustração isolada. Posições e obstáculos exibidos na prancha são os mesmos objetos usados nos cálculos de raio, altura e interferências.
Mova posições da carga e obstáculos. Com snap ativo, as coordenadas são ajustadas ao passo da grade.
Importe imagem raster ou DXF ASCII como referência. Calibre escala, rotação e offsets antes de confiar nas coordenadas.
Crie linhas de medição para conferir afastamentos e dimensões da implantação.
A cena tridimensional interpola posição, elevação e orientação da carga. O objetivo é revelar mudanças de raio e aproximações que uma análise apenas nos vértices poderia não mostrar.
P(t) = P₀ + t × (P₁ − P₀), 0 ≤ t ≤ 1Cada trecho é dividido em amostras. Em cada uma, o sistema recalcula raio, altura requerida, capacidade conservadora e aproximação a obstáculos.
| Verificação | Como interpretar |
|---|---|
| Carga × obstáculo | Compara o volume orientado da carga com o obstáculo e suas folgas declaradas. |
| Lança × obstáculo | Faz uma verificação geométrica simplificada da linha da lança contra o volume do obstáculo. |
| Capacidade ao longo do trecho | Consulta a curva pelo próximo raio maior publicado quando existe configuração ativa da v1.9/v2.0. |
| Altura | Compara a altura disponível do gancho com a requerida em cada amostra. |
O cadastro será incluído no catálogo do projeto atual.
O modelo ficará disponível na biblioteca do projeto atual.